by Max Barry

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Aldengrado, Estação Metropolitana de Trem

- Majestade, iremos partir em cinco minutos! - disse o chefe-condutor do expresso TAV, senhor Wilhelm Kurskic, enquanto ajudava o Kraldzer a se localizar na Estação.

- Entendo meu caro... - a mente do monarca estava focada em outro lugar, enquanto ignorava o olhar do condutor. Observava o jeito com que os empregados da Estação Imperial Alijzen V atropelavam o grande número de pessoas com alguns poucos pertences que seriam usados por ele, a Kraldzerina e as duas filhas de Pétar, e a princesa Marija. "É um saco" pensou por fim. Logo após, deu seu primeiro passo a subir no trem.

A tecnologia de alta velocidade dos trens chegara no início do Terceiro Império, por iniciativa privada somada a empresas de Imperio de Jandira, Girania e capital dos bancos de Znatsnaz. Lembrar da pequena crise que aconteceu para regularizar este transporte fez Pétar Karl ter calafrios. Porém, ele já estava assim antes, e noites antes do embarque. "Para Repes", pensou, "para Repes estou indo, ver a confusão de sucessão...".

A kraldzerina Lyna estava no outro vagão, vestindo da cor do luto carregando consigo um pequeno bonsai que ela mesma adquiriu semente em uma visita a Freny. A tradição de levar flores em vasos era significante para os alissenses, e por ser a kraldzerina deles, ela decidiu assumi-la, porém, usava sempre o bonsai que recebeu de bom grado no Oriente. Para ela, aquela árvore era especial. Fora a primeira que ela plantou. "Flores da morte", era assim que eram chamados. Assistiam funerais, porém não eram plantados como as árvores. Para os filhos da Alissonovia, um sinal de boa sorte e lembrança.

A Princesa Marija, ou simplesmente Maria como era dito no Ocidente, estava junto à mãe. É seu dever estar ali, como filha mais velha, enquanto a irmã do meio está em viagem pelo Império representando o Kraldzer. Irá ver sua irmã mais nova, Svetlana. "Como será que está o bebê da família?" pensava zombando. Maria teve seu nome dado em homenagem à imperatriz viúva de Lysandus, sua tia Maria Repesiov. A curiosidade sobre como sua tia estaria encurtaria a viagem para Marija, que embora não gostasse de vários parentes, sabia que nada tinha contra a tia. A única preocupação familiar era ele... Aquela aberração, Viktor, o filho de seu irmão. "Viktor é o herdeiro da Alissonovia, porém não merece tal posto" dizia aos seus serviçais, filhos e à sua irmã Teresa. Não ousara dirigir esses comentários ao Kraldzer seu pai ou sua mãe que tratavam Viktor como a última relíquia dos Luwes-Nicken, sendo ele o perfeito substituto para apaziguar a dor que tinham desde a morte do filho mais velho e herdeiro, Alijzen o pai de Viktor.

O Kraldzer já entrara no vagão principal adaptado para si. Sentado à mesa, avaliou alguns papéis que eram necessários assinar, avaliar ou mesmo vetar. Pertenciam ao Conselho de Estado e precisavam ser vistos. "Nada do dossiê Mianic?" Pensava. Quando observou a hora, sabia que o trem iria começar a andar. Se sentou em um banco especial e rezou A Proteção de Omni. "Omni, guarde-nos agora e na hora do mal", dizia repetidas e respeitosas vezes. O trem começou a andar. Porém em menos de um minuto, parou novamente. "Que merda aconteceu?" dizia observando o tempo chuvoso e frio.

- Majestade! - chamou o condutor-chefe pelo sistema de comunicação. - Tivemos que parar para esperar um passageiro! Voltaremos a seguir em frente em pouco menos de três minutos!

O Kraldzer esbravejou e começou a murmurar.

- Merda de funeral, merda de atraso - e colocou um pouco de vinho exportado de Kingdom of Irhk em seu copo. - Quem será o idiota que está entrando nesse momento? Não sabem por acaso que aqui está o seu Kraldzer? - E procurava nas janelas.

- Desculpe se eu possa o ter incomodado. - a voz do culpado apareceu sóbria e misteriosa na porta de acesso ao quarto.

- Ah... eh... me desculpe eu... Vossa Beatitude... - a voz de Pétar Karl se minimizou ao temor e tremor que sentia ao estar na presença do Diarca do Oriente, Alexandre II.

- Está perdoado perante mim e Omni, meu amigo... - disse, aproximando-se do monarca que já parecia um velho gato assustado.

- Irás para onde, santo homem?

- Para o mesmo lugar que você, a cidade que leva o nome de nosso deus...

#crise venarda

La Llum
Agència Venarda de Notícies dins l'Exterior

Últimas notícias

A Generalitat dissolve os Mossos d’Esquadra

Na manhã de ontem, o Chefe de Estado, Marechal Felip Petó, assinou um decreto extinguindo o corpo de polícia nacional por conta da insubordinação coletiva. O comandante geral do corpo, Lluís Gavarró, foi levado para a prisão de Illa Migdia e está incomunicável.

O decreto detalha ainda que as Forças Armadas tomarão cargo da segurança pública, “vista a situação conturbada dos últimos dias”. O estado de sítio foi agravado, com toque de recolher geral a partir das 20h. Fontes no país informam ainda que a Constituição e o Foro dos Elfos estão temporariamente suspensas. Houve operações por todo o país e mais de trezentas pessoas foram presas.

“Dói-nos tomar esse tipo de medida, mas é necessária para a manutenção da paz e da ordem no país”, disse o Marechal Petó em rede de rádio e televisão ontem à noite.

As manifestações multitudinárias continuam acontecendo, e o Exército tem usado tanques de água e gás lacrimogêneo para conter e dissipar as aglomerações. As aulas estão suspensas o serviço ferroviário foi interrompido; as fronteiras seguem fechadas.

“A Generalitat está empenhada em combater o inimigo que, ao que parece, infiltrou-se em nosso país; nossos serviços de inteligência nos informam que as ordens de agitação e desestabilização têm origem em países telefassônicos como Imperio de Jandira e Girania, talvez até com a conivência desses governos. A Generalitat não tolerará intervenção estrangeira em assuntos internos”, completou o Marechal Petó.

A dissolução da polícia trouxe o caos a algumas cidades. Foram registrados saques e depredações em Montserrat, Forat e Cap Occidental.

#NovoEsmorecer (continuação)
Após a grande rachadura o mundo acabou-se. Como diria o poeta, “mataram o antigamente”. Começou o ano Zero. Desde então Johansy está à deriva. Pobre Kaik Oneb, tão jovem mandado para uma grande missão que nunca poderia cumprir, perdido em um limbo de desacontecimentos passados. Ele agora confunde-se com a própria Marguerite Hugot de Liszteria. Passaram a ser a mesma e indiscernível coisa num afogamento universal em uma terra que já não existe mais. Como eles também o Le Financière se afundou em um mar de nulidade financeira herakklitiana. Ninguém se lembra mais deles, a não ser este teimoso e insano historiador. Quem se importa? As coisas em Johansy também mudaram muito. Ex-velestianos perderam sua identidade e se tornaram zumbis, em pé, parados como estátuas pelas ruas. Ninguém sabe se estão vivos ou mortos, pois não movem e não apodrecem. Yuri Halpas perdeu toda sua força junto com eles. Mas não, não pensem que Petros pode se reerguer com o Bando Sagrado. Tampouco esperem que Hector Villagran tenha tido grande glória. Os dois grupos perderam tudo que tinham quando Heremusia se separou de Johansy e naufragou. Não há mais comércio a fazer. Não há mais lugar para ir. Não há mais de onde trazer nada. Nem mesmo há como contrabandear. Estamos à deriva. Sozinhos em um mundo de esquecimentos. Tudo ao nosso redor virou Mezumo. Sem camarões, sem peixes. Até nossa mãe znalote foi embora. Entre prédios em ruínas em meio a uma floresta de liames, pareço ser o último que se esforça em lembrar. Nosso povo foi à loucura acreditando que um grande ente superior acabara com o mundo. Falavam que éramos os escolhidos. Igrejas alissensses floresceram com toda força. Os cassinos foram destruídos, muitos dos antigos senadores foram quase todos mortos. Mas quando vimos que o mundo se foi e ficamos nós, mesmo esse impulso milenarista faleceu, e muitos não resistiram à ideia de que, se existe tal Ente, o tal Yan Dirá, afinal, fomos nós que fomos deixados para trás. Talvez não tenhamos entendido a promessa do novo mundo. Como nada mais se encaixava em nossa terra, muitos foram os que se atiraram no mar sombrio. Escapei deste trágico fim escrevendo, escrevendo antes que minhas próprias ideias me consumissem. E foi assim que mantive as lembranças do que eu mesmo já duvido que passou. Dessas pessoas que já duvido que existiram. Apenas consigo manter meus pensamentos porque o prédio de nosso outrora glorioso Senado ainda permanece em pé como prova, marcado pelas balas que feriram suas entranhas. Mas a mata já o cerca e em breve ele também ruirá. Penso que com ele poderá ir por terra minha própria sanidade. E temo. Temo pelo futuro de nossos selvagens e embrutecidos johansyanos que resistem nesta terra de solidão e esquecimento, onde o tempo não existe mais. Onde o espaço já não faz sentido. Onde somos o antigamente. Assassinados brutalmente.

Raphael Christophe

#Bioconservador
#ResistenciaHíbrida

#Denúncia de Eadgar Lupinssen: "The War Against Us"

Após algumas discussões tensas na Sala dos Diretos, a principal força do Parlamento do Reino Unido de Girania, um grande híbrido lobo caminha para o centro para discursar. Sua pelugem era negra como a escuridão e seu porte físico e altura era superior a muitos outros lupinos. Não era um político qualquer, uns dos fundadores e ex-membros do partido Wolf Pack, fundador e líder do Fang Pack, ativista híbrido, filho de um infame terrorista e o mais importante... um Lupinssen, primo de primeiro grau do próprio Rei John VII...

Eadgar Lupinssen então assume seu lugar para falar:

— Boa tarde caros colegas... É algo que eu gostaria de dizer... Porém não é uma boa tarde e ao mesmo tempo, muitos de meu povo, que estão fora do Palácio de Hungtom, estão sofrendo enquanto nós estamos fazendo nada por eles!

Ele fala com rigor, olhando sério para os outros parlamentares. Em seguida pega um projetor e mostra notícias por toda em Tellus

— No império de Repes, seu governo prende irmãos que buscaram a liberdade. Enquanto militares humanos de Venardia estão literalmente usando sua perseguição doentia contra nós híbridos e outras minorias para colocar um governo autoritário. E para piorar, na em Leontino, humanos bioconservadores do pior tipo se reuniram para oficializar sua guerra não só contra nós híbridos, mas contra o progresso biológico e de aperfeiçoamento. Isso além de outras nações, onde ainda temos que implorar por direitos básicos. Há literalmente uma Guerra Contra Nós.

Ele então desliga o projetor e foca a olhar nos colegas.

— Membros dessa sala, ao longo de sua história ficaram se gabando de serem os senhores da civilização, pessoas a frente do seu tempo, defensores do povo e da dignidade! Porém eu pergunto, aonde tá isso agora? Pessoas falam que defende a sociedade de Girania e valores tradicionais, mas esquecem de nossos verdadeiros ancestrais. Ao mesmo tempo que nós estamos fechando nossos olhos em relação aos atos bárbaros no exterior! Enquanto que alguns aqui ainda ficam vendo nós híbridos como mero fetiche, mão de obra braçal ou curral eleitoral! Nós não somos inferiores, somos seres libertos e não se pode tirar o quê nos é de direito! Está na hora do Parlamento parar com a politicagem e agir em favor de seu povo e que repudiem as verdadeiras barbaridades que se encontram no exterior, não numa lei de nudismo!

Ele olha diretamente para a câmera que tava transmitindo a sessão.

— E para meus irmãos híbridos por todo o globo e para aqueles que desejam a libertação de sua pele, falo que não estão sozinhos. A sua luta é justa e sagrada, os deuses estão ao nosso lado. Para mim, vocês todos são como irmãos e não irei abandonar nenhum de vocês. É um direito e um dever seu desobedecer governos e leis injustas! Não abaixem sua cabeça diante de humanos opressores e mostrem sua verdadeira beleza e liberdade para o mundo! A luta não pode parar!

O nobre lupino acaba uivando no final, com alguns híbridos presentes também soltando um grito animalesco, sendo possível escutar alguns espalhados pela nação, em lugares onde haviam pessoas assistindo o discurso. Eadgar Lupinssen então se retira, com uma intensa discussão surgindo entre os parlamentares em seguida.

A VOZ DA VERDADE

Nesta semana temos:

Tellus dividida entre os países que apoiam a zoofilia e os países que são "muito conservadores para tal", Walakhia abrindo seu mercado inexistente para possíveis investidores imaginários. Walter Hubbard de Liszteria colocando o dedo onde não foi chamada. Manifestações em Znatsnaz para reconhecer o direito de humanos e não humanos copularem e se amarem. Mais um dia normal em Repes com governantes sendo trocados a cada minuto, ate a redação desta materia já foram 3. E por fim em Agrotera o silencio absolutO, Emboabas permanece no seu silencio fúnebre sobre a questão do sexo animal, Marturians acompanhando Emboabas e em Vermillion Jundamentt, não importa.

A VOZ DA VERDADE: O ÚNICO JORNAL SERIO DE EMBOABAS

Avui, jornal diário.

Tropas ávaras

O contingente avaro presente na base da Ilha Meio-Dia está a caminho da ilha principal. Cerca de oitocentos homens do Exército de Avaron ajudarão o Exército Venardo a executar as funções de polícia, assumidas desde que os Mossos d’Esquadra (polícia) foram dissolvidos pela Generalitat.

O governo não descarta a vinda de mais tropas do país vizinho. A atuação do contingente ávaro é possível por conta do tratado de defesa mútua existente entre as duas nações desde os anos 60 do século XX.

Elfos presos

Houve uma onda de prisão de membros da comunidade nacional élfica. Suspeita-se que seus integrantes estejam sendo intermediários de governos estrangeiros e os revoltosos.

Entendendo a crise venarda

As recentes manifestações de rua na Venárdia são fruto de um descontentamento de décadas. O país da Telefassa Meridional proíbe o tratamento com soro hibridizante. “Transformar os seres humanos em aberrações não é uma opção aos olhos da doutrina”, disse em 2012 o finado metropolita de Montserrat Dom Oriol Puigcerdà.

Como o Estado Venardo é confessional, as instituições trataram de proibir o uso do soro e mesmo a entrada de híbridos no país de maneira definitiva.
Além da questão dos híbridos, os elfos vivem como minoria excluída. Existe um Estatuto dos Elfos, do século XI, que limita a participação desse povo na vida civil, criando um modelo de “desenvolvimento separado”, chamado extraoficialmente de Apartat.

Nos últimos dez anos, muitos cidadãos venardos procuraram auxílio médico no exterior para tratamento principalmente de câncer. Uma vez tendo se tornado híbridos, essas pessoas foram tolhidas de sua nacionalidade venarda e vivem no exterior. Ao contrário dos híbridos estrangeiros, os venardos híbridos não têm autorização nem mesmo para visitar o país. As famílias que podem, visitam seus entes no exterior, o que também é monitorado pelo Estado. Há casos relatados de cidadãos que tiveram seus passaportes cassados ao tentarem viagar ao exterior para essas visitas.

Além do mais, o regime venardo é pouco democrático, caracterizando-se como uma oligarquia; os protestos por democracia real não são novos, com altos e baixos desde 1936, quando um grupo armado tentou uma revolução.

Protens Burgo
Soto noe Mariart

Resposta matriarcal

Após os comentários de Emboabas sobre o silêncio de Vermillion sobre a questão da zoofilia em Tellus, a matriarca liberou uma nota oficial em resposta.

"Primeiro, antes de fornecer a resposta ao comentário de Emboabas, devemos definir uma coisa. Híbridos de humanos são pessoas, onde detem os mesmos direitos e deveres de uma cidadã qualquer; tendo isso em mente, lembro-vos que a constituição proíbe a zoofilia sendo esta punível como delito de nível 4. Vermillion Jundament irá apoiar o movimento contra países que permitirem a zoofilia, pois tal se mostra um atentado a natureza já tãi fragilizada."

Os Estados Gerais, reunidos em assembleia, decidiram, em face dos últimos graves acontecimentos, fazer a seguinte proclamação:

1. O Estado Venardo passa a ser o Reino da Venárdia, alterando um status que vinha desde o século XVII.

2. O atual chefe de Estado, Marechal Felip Petó, responderá pela regência.

3. Os Estados Gerais escolherão, futuramente, uma dinastia para assumir o trono.

4. As partes do Estatuto dos Híbridos sobre a proibição de cidadãos venardos procurarem tratamento como soro hibridizante no exterior está revogada.

5. Os híbridos venardos poderão viver no país sob as mesmas condições da minoria nacional élfica e com o devido registro nos órgãos de controle veterinários e terão de ter um humano como tutor, não podendo efetuar nenhuma ação sem a anuência de seu tutor.

6. Os cidadãos que tiveram sua cidadania caçada nos últimos cinco anos poderão requerê-la novamente.

7. As famílias tradicionais reassumem os títulos hereditários.


Felip Petó i Franc
- Regente

AONIW - AGÊNCIA OFICIAL DE NOTICIAS INTERNACIONAIS WALAKHA.

A Duquesa Elizabetha Bathori e o Duque Alexei Corvinus partiram para uma visita oficial em Avaron, onde em nome do Voivode Vladmir Tepesh III, irão assinar uma serie de acordos nas areas comerciais e de defesa.

Detalhes dos acordos não foram revelados, mas o Governo do Principado assumiu que tornará público o conteúdo dos tratados em uma coletiva à imprensa ainda em Avaron.

O Coselho De Relações Internacionais informou que ainda anunciara acordos nessa semana com outras 3 nações.

- A Walakhia esta iniciando. Processo irreversivel de abertura e modernização, que trara riquezas para os cidadãos e para o Estado Walakhios, onde iremos inexorávelmente aumentar o bem estar e a riqueza de nosso povo. - Afirmou Sua Majestade, o Voivode Tepesh em entrevista no Palacio Real na Transilvânia.

Império Autocrático de Repes
Omnigrado
Catedral de Pantariste

O funeral de Anastásia III que estendia-se por semanas aberto ao seu povo e somente a este finalmente chegava ao seu momento final.
As únicas Grã-Princesas Repesiov e irmãs vivas em Tellus estavam presentes: Maria a Imperatriz-mãe de Lysandus e Lyna a Imperatriz-consorte de Alissonovia e suas respectivas famílias.
O conselho imperial formado por treze ministros e encabeçado por Andros Nicovich também estava posicionado no centro da grande catedral erigida para louvar Pantariste a portadora dos ensinamentos de Omni ao mundo.
Milhares de cidadãos também acompanhavam a cerimônia religiosa no exterior da catedral que estava repleta de um policiamento ostensivo para assegurar a segurança dos que estavam no interior do templo.

O corpo de Anastásia III estava posicionado de forma vertical dentro de uma suntuosa câmara funerária banhada a ouro.
O seu embalsamamento realizado sob ordens da conselho tinha a intenção de preservar pela maior quantidade de tempo possível seu corpo durante as celebrações fúnebres e visitas do povo para que fosse vista em seu total esplendor dignificando a autocracia que protegia o império.

A cerimônia de encerramento estava sendo conduzida pessoalmente por Alexandre II o Diarca Oriental da Fé Pantarista que veio de Petóvia para assumir tal triste tarefa mas ainda sim necessária para todo o povo repeseano que perdera sua soberana e esperava a ascensão de uma nova, afinal, o país não cessava.

Em sua homilia sagrada Alexandre II exaltou Anastásia III:

"Uma soberana comprometida com a fé e com seu povo, jamais nos esqueçamos de sua alma devota e de seu espirito único que guiou Repes por mais de duas décadas.
Omni receba sua filha Anastásia Repesiov filha de Xênia Repesiov e neta de Alyna Repesiov em seus braços e conceda-lhe a vida eterna.
"

Sob uma liturgia única, Anastásia III era translada para o panteão das Repesiov sendo seguida pelo Diarca Oriental,membros da família e os membros do conselho imperial.
A cerimônia que estava sendo transmitida pela TV imperial ocasionou o inicio da canção "Omni guarde a Kraldzerina" enquanto o translado acontecia.
Todos os nobres presentes na Catedral e o povo fora desta cantavam juntos a linda canção que suplicava uma boa recepção a Anastásia no elísio dourado onde todas as suas antecessoras repousavam.

Findada a cerimônia, todos se ajoelhavam com exceção do Diarca Oriental que proclamava:

- Anastásia III de Repes está com Omni, Louvada seja!

Dito isso, todos seguiam-lhe em um único coro e se levantavam: - Louvada seja!

Andros Nicovich representando o conselho imperial anunciava então:

- Repes perdeu sua soberana mas nós não podemos ter o luxo de ignorar que o trono imperial estar vazio independente deste conselho estar regendo-o.
O conselho não possui sangue Repesiov e apenas uma Repesiov pode assumir seu lugar de direito.
Sagrado e benevolente povo repeseano, este conselho seguindo o que achou ser o correto para todos ofereceu a coroa para Maria Repesiov Rochefort tendo esta como uma legitima descendente de Alynka a Fundadora aceitado afim de trazer prosperidade e ensinamentos para seu país desde que seus descendentes que agora reinam sob Lysandus abdiquem da pretensão ao trono repeseano e os descendentes de sua irmã mais nova a Grã-princesa Lyna que estejam posicionados distantemente da sucessão ao trono da Alissonovia possam herdar a coroa após sua morte.
Sob os termos pretendidos e firmados com a benção de Sua Santidade Alexandre II e a aceitação de Lyna Repesiov este conselho saúda sua nova soberana e autocrata.

O influente ministro imperial se ajoelhava e dizia sendo seguido por todos os presentes com exceção de Alexandre II que sendo o líder da fé pantarista no oriente era-lhe permitido sentar em uma cadeira durante a saudação:

- Vida longa a Sua Majestade Imperial Maria, a Quarta de seu nome, pela graça de Omni, a Kraldzerina e Autocrata de todo o Império Repeseano, Princesa da Aldânia e Legitima Defensora da Fé.
Que seu reinado seja longo e sua benevolência guie-nos durante tempos imprevisíveis.

Todos permaneciam ajoelhados e um silêncio tomava conta da grandiosa catedral e também fora dela após a saudação enquanto Maria IV recebia das mãos estendidas ao ar de Nicovich a decisão referendada pelo conselho tornando-a Kraldzerina e Autocrata.
Dizia em um tom melancólico mas firme:

- Jamais pensei em mudar-me de Bardan após casar com Felip de Lysandus que Omni o tenha!
Jamais imaginei tal situação!
As mulheres Repesiov são criadas para serem fortes e Omni sabe que venho sendo há décadas o que minha mãe criou-me para ser: Uma mulher que jamais esquece o lar aonde nasceu e onde passou os melhores momentos de sua tenra idade antes de embarcar em um mundo louco e cruel e sob esta mesma premissa criei todos os meus filhos.
Aqui foi onde vi minha avó,mãe,irmã e agora sobrinha serem enterradas... mulheres que guiaram meu país com força e perseverança até o fim e coloco-me a pensar: Serei capaz de completar a tarefa que a mim foi confiada pelo povo? Eis que chego a única conclusão! Sou uma Repesiov e nós já nascemos preparadas para guiar nosso povo.
Vida longa ao Império.

A Kraldzerina era seguida em um único coro pelos nobres e cidadãos repeseanos: - Vida Longa ao Império!

Protens Burgo
Soto noe Mariart

Primeiros passos: Gaia Project

Recentemente, durante a abertura do dia do marinheiro na base militar de Nieba na ilha oceânica de Telaris a leste do território, sua matriarca realizou um discurso emocionante sobre o poder da Marinha Matriarcal, contando sobre sua experiência como marinheira e os desafios da vida no mar, protegendo a nação das ameaças marítimas. Contudo, em um dado momento após o cerimonial tiro dos canhões que marcava a abertura do evento, ela realizou a declaração que todos aguardavam, tratando sobre o "Gaia Project".

Segundo ela, se trata de um "grande e avançado projeto de desenvolvimento e produção naval visando uma melhor atuação e defesa da nação e manutenção da paz". Visando tal, um total de três novos projetos de embarcações militares foram anunciados, confira abaixo.

Corveta tipo 543: segundo as informações divulgadas, se trata de uma Corveta leve com um deslocamento de apenas 640 toneladas, feita a partir de materiais mais leves e resistentes. Será feita para alcançar altas velocidades, realizando missões de patrulha costeira e do estreito. Adaptada para a guerra eletrônica, ela terá desde armas anti-aéreas, anti-submarinas e anti-navios.

Destroyers tipo 211: diferente da corveta, está embarcação deslocara um total de quatorze mil quinhentos e setenta toneladas, sendo um navio modular próprio para operações longe da Costa como as realizadas na ilha de Telaris. Será essencialmente uma plataforma de mísseis, sendo capaz de defender e atacar alvos tanto no ar, mar ou terra.

Submarino Tipo 191: sendo disel-eletrico, é um submarino enchuto, medindo apenas 92 metros de comprimento. Feito para a defesa costeira da nação e a proteção do estreito, é equipado com torpedos, mísseis anti navio e Minas navais.

Sem números oficiais, especialistas acreditam que seria bom para a marinha encomendar 8, 4 e 4 unidades respectivamente, mesmo que seja algo difícil devido ao nível tecnológico da nação e os custos envolvidos.

Guerra ao terror: doméstico

Hoje a algumas horas, tivemos noticia de que  na cidade de Lotrensburgo a 154 quilômetros da capital uma operação de classificação anti terrorista ocorreu sob a jurisdição da guarda matriarcal. Com relatos de tiros, as informações divulgadas dizem ter se tratado de uma invasão a uma base do grupo terrorista responsável pelos ataques a matriarca.

Segundo observadores que estavam do lado de fora da estrutura, no mínimo 17 homens  foram mortos e 4 ficaram feridos, feridos estes que foram levados em blindados do exército para a base área da cidade.

Até agora, não se tem novas informações sobre o grupo terrorista ou o estado destes quatro traidores, mas imagina-se que estão sendo interrogados com o objetivo de obter mais informações sobre futuros atos e outros esconderijos.

#Mestre

 
NOTÍCIAS DO MUNDO | Roiters

Pressão popular cobra isolamento diplomático contra a Venardia

FAENOR, Roiters Girania. A reação do auto-golpe que o governo venardo aplicou, modificando seu status e elevando um general a rei, sob uma, segundo os protestantes, falaciosa máscara de abertura a híbridos, levou milhares a protestar diante da embaixada venarda em Girania, sendo estes, em sua maioria, cidadãos venardos que vivem em exílio na nação giraniana e outros tantos que apoiam causas relacionadas à imigração, causas de minorias e movimentos pacifistas internacionais.

O protesto em Girania foi só um dos que pipocaram diante de embaixadas venardas, em sua maioria convocados por cidadãos venardos exilados em outros países por sua condição híbrida. Em Liszteria, houve um ato que bloqueou três avenidas próximas á embaixada da Venardia, e ocorreu uma briga quando um cidadão liszteriano gritou "vão pra selva, cambada de bicho" e foi atacado ferozmente. O homem morreu, e seis pessoas foram presas pelo linchamento.

Em Alessandrian Empire, ocorreu uma crítica mais direta à Avaron, com o protesto tendo sido diante da embaixada ávara. O motivo é o apoio militar que o arquipélago forneceu à Venardia. E, em Lysandus, foi registrado o roubo de um dirigível que, posteriormente, foi derrubado pelo exército venardo quando sobrevoava Finisterre e trazia, consigo, uma faixa, com um link de um site hospedado em Tigresia-Jandira e os dizeres "Saiba defender seu direito, cidadão". O site www.libertatperlavenardia.tj recebeu vários acessos, e publicou uma foto do dirigível, em chamas, caindo no mar, com os dizeres "Esta é a democracia que a Venardia defende, o direito de afogar quem fala contra o país".

A crise parece se aprofundar cada vez mais, criando um barril de pólvora. É questão de tempo, dizem, pra uma guerra civil eclodir. A pergunta é: o mundo tomará em armas?

Toque de fanfarra, bandeira ao vento. A televisão entrou em rede nacional de urgência. Apareceu o Marechal Petó, em uniforme de comandante supremo das tropas venardas, no seu gabinete. O semblante sereno, o ajeitado bigode branco e a calva alta não conseguiam esconder faiscantes olhos azuis que, não obstante a idade, eram como os de um menino.

Caríssimos concidadãos.

Infelizmente o motivo da minha comunicação não é dos mais auspiciosos. A Venárdia se vê ameaçada; um complô de nações híbridas quer subverter a ordem em nosso país.

Soubemos ouvir a voz das ruas nos últimos protestos. Alteramos mesmo a estrutura plurissecular do nosso Estado, transformando-o em Reino, como a voz das ruas pediu e, em breve, os Estados Gerais deverão escolher uma dinastia para o trono.

Permitimos o retorno de cidadãos venardos que, por conta de visões de momentos passados, foram tolhidos de sua nacionalidade, o que, em nossa visão pessoal — e agora pública — foi um erro tremendo.

Porém, há sediciosos, dentro e fora da Venárdia, que planejam o fim da pátria tal como a conhecemos hoje. Patas peludas, em orgias fantásticas, arranham nossa bandeira e lançam dardos à gloriosa silhueta de nossas ilhas. Cães e gatos, em zoófilo frenesi, planejam transformar a Venárdia na sua caixa de areia.

[Petó levanta-se. É velho, mas é majestoso; a luz de estúdio rebrilha em suas condecorações. Ele aponta em direção da câmera. Seu sotaque do Finisterre interiorano fica mais forte]

Mas vós, seres peludos, não haveis de pôr suas patas nesta areia sagrada. Vossa caixa é Imperio de Jandira, que já tendes empestado; vossa caixa é Girania, sobre a qual fornicais indecorosamente; vosso valhacouto é qualquer pardieiro onde tramais suplantar o gênero humano!

Quereis o fim da Venárdia para cumprir vossos desígnios impublicáveis, que é a supressão da raça humana deste planeta. Porém, caros, errastes. A Venárdia será bastião humano em Tellus, nem que seja o último. Defenderemos este pedaço de chão com o chumbo de nossas armas, com o sangue de nosso peito e com a vontade de nossa alma. Não heis de transformar a Venárdia em um canil repulsivo!

E, amigos peludos, não vos enganais. Não estamos sozinhos. Nossos aliados em Repes e em Avaron já nos mandaram sinais de amizade e benquerença. Não estamos sozinhos. Vosso ardil pode ser macio como vosso pelo, mas nossas baionetas têm pontas afiadas como vossos dentes. Nossos amigos avaros já indicaram a disponibilidade de estacionar tropas na Venárdia, em complemento ao pequeno contingente que atualmente está ajudando o Exército a manter a segurança pública. Repes não hesitará, tenho certeza, em nos estender sua mão amiga.

Aos meus amados concidadãos venho informar que está em vigor, a partir de hoje, a apresentação obrigatória para os reservistas de 25 a 35 anos, que deverão apresentar-se em dez dias nas unidades em que tenham prestado serviço.

Não queremos guerra, tampouco isso se trata de preparativos para guerra, o que procuraremos evitar a todo custo. Mas se ela for inevitável, o venardo saberá viver e morrer por seu país.

Uma boa noite a todos vós.

JORNAL DA NAÇÃO
#AVISO DE ATIVIDADE

"Após um certo período afastado das atividades no NationStates, estou retomando ao RP e gostaria de está atualizado sobre os fatos ocorridos nesse período ausente. Notei atualização no mapa e já estou providenciando determinar o terrítorio lagunense em Luahari. Espero está presente nos contextos abordados por todos futuramente. Pretendo está inserido no RP o mais breve possível!"

At.te,
Geovani Santos, líder da Nação Unificada de Nova Laguna

    Дневник Алденграда
    Најстарији, најутицајнији, најчитанији
    Diário de Aldengrado
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Maria IV é reconhecida Kraldzerina pelo público alissense

ALDENGRADO - Após proclamação da regência de Repes e a vontade que Nossa Soberana, Lyna, teve em ceder seu lugar antes dito por sua sobrinha Anastásia III, Repes agora tem uma nova kraldzerina. Maria IV pela Graça de Omni, Kraldzerina dos Repesianos também teve saudações positivas do público alissense em geral. Bandeiras repesianas foram agitadas nas grandes metrópoles e junto da alviverde da Alissonovia. Nossa Majestade o Kraldzer e sua família retornaram hoje a Aldengrado e sua comitiva foi bem-recebida pelo público. Em pequeno discurso concedido por Lyna Repesiov, a grã-princesa anunciou que a decisão da regência de Repes estava em uníssono com as decisões dela mesma e do Conselho de Estado da Alissonovia. Que o reinado de Maria IV seja longo e pacífico, e que Repes lembre-se sempre dos irmãos aldanianos do sul.

"Chios, uma província integrante do Reino de Linia"

LINIA - O Embaixador da Alissonovia em Herakklion Zlatan Magnov anunciou que o governo alissense ainda mantém o estatuto de Chios como província integrante do Reino de Linia, que compõe a Alissonovia. Para o embaixador, o governo alissense está cada vez mais interessado em reassumir sua posição como legítimo soberano da faixa de terra que separa a nação de Sumandita. "Os acordos não foram negociados, era um governo ilegítimo [A Federação Socialista] e a província estava em poder dos legítimos [a Revolta] por isso, Chios continua parte integrante do Reino de Linia! Exigimos o retorno desta província ao nosso Império!" declarou Zlatan.

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